Cor de Pecado

Um lindo Rubi
Mas como? Ele não deveria estar ali.
Apareceu?
A quem ele pertence? Ele é meu.

Rubi, vermelho paixão,
5 quilates, US$ 12.000... Tremenda tentação...
Ai de mim, que agora, estou assim,
Sem saber o que fazer, dou para você, não dou, melhor escolher...

E nesta doce tentação,
Sem perceber, derrubo-o no chão,
A Avareza... Terrível pecado...
Cometi, mesmo sem querer. Exilado...

Eis que, já não tenho mais com que me preocupar.
O Rubi eu perdi, outro presente eu dei a ti,
O que podes me acontecer? Por que estais a me olhar?
Preso eu?! Mas por quê? O quê? Rubi? Que Rubi?
Desconheço seus argumentos, eu jamais estivera ali.
Não! Não podes me prender! Sou bom sujeito, o sinhô podes ver.

E essa amarga ambição, leva-me até as cálidas celas de uma prisão.
Tremenda confusão começou com um mero Rubi que fora achado no chão.
2 dias e uma noite, a noite é fria, parece o corte de uma foice.
A Fiança está paga. Sério? Cale a boca! Saia logo daqui! Otário...
Espera... Você? Sim! Quem pensou que fosse? Rosê?
Não, pensei que fosse Jasmim... Achei que ela amava a mim...
Não chores Bartolomeu, estou aqui... Amor meu...

Marianinha e Bartolomeu ficaram juntos... Nasci eu.
Bartolímeo de Alberto Josué Conceição. Bartolomeu Júnior, pequena aberração...
Eram assim que meus amigos me chamavam, foram embora, me odiavam.
Mais essa época já passou, minha mãe me orientou,
Meu pai faleceu. Minha mãe me disse: “Vermelho, cor de pecado. Foi por isso que ele me conheceu”.

A história continuou... Bartolomeu Júnior... Se apaixonou...
Mas, esta história, não podereis contar,
Tenho de ir à prisão, tentar tirá-lo de lá.

Que louco o que ele foi fazer? Um Rubi?? Bom... Acho que vocês já devem, essa história, conhecer...

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