E mais uma noite vêm chegando.
Sob o luar da serra, vejo as pessoas se amando.
Beijo pra lá, beijo pra cá.
Beijo pra tudo quanto é lado, até no seu Lindomar!
- Eita lasquera! Pagô-se a fuguera!
- Ora Homi! Dexá isso pra lá.
- Mas mulhé... - Fecha a matraca, e vamô proveitá!
Seu Lindomar, sujeito bacana,
E sua esposa, Dona Ana.
Tenho orgulho de meu Sertão Brasileiro,
E de Padre Ciço do Juaseiro.
Escrevinho da nova região,
Demonstrando minhas recordação.
Apesar de afastado, e dos novo costume,
Ainda sou apaixonado pela mesma mulher do mesmo perfume.
Podis ver que miorei minha escrita,
Apesar de puxar os costume de meu começo de vida.
Tenho que terminar, pois meu chefe me estais a caçar!
Ele num vai muito com minha cara não!
Na verdade... Ele num passa de um Bundão!
Aqui é boi brabo! Boi Valente! Querendo mandar
E desmandar na gente!
Enfim, vou me despedindo...
Maínha, continue sorrindo.
A sinhora tem o mais belo sorriso que eu já vi,
E logo eu retornarei praí! Pra ti!
Minha maínha do coração,
Que cuidastes de mim, com toda paixão!
Até breve Dona Ana...
Um chero!
Severino Vidal, pequeno princípe dos canavial
Memórias de minha Terra
Unknown
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