MINHA PRIMEIRA INSPIRAÇÃO / NADA É IGUAL AO AMOR

Parecia ser mais um dia qualquer. Eu estava na segunda série, gostava muito de uma garota desde que a conheci, isso era lá na creche, até hoje me recordo do seu nome, Núbya, nome lindo que, convenhamos, combinava com a beleza dela mas, ela, na verdade, não foi quem me deu motivos para começar a escrever. Às vezes, quando não tinha aula ou até mesmo em alguns finais de semana, minha vó me levava para trabalhar com ela. Eu sempre levava o meu melhor companheiro para todos os lugares onde ela me levava. Dentro do carro, quando eu não queria descer, ficava sozinho com meu melhor companheiro, amigo de, praticamente, todos os momentos: Um CD. Não era um CD qualquer, era ‘Alô!’ do Chitãozinho & Xororó.
Eu achava que era o melhor CD que eu já tinha ouvido, tanto que eu o tenho até hoje. Ele fica dando umas engasgadas, já que, quando criança eu o ouvia direto até ficar riscado e não dar mais para ouvir com clareza.
A minha primeira poesia, na verdade, não era minha. Era uma canção daquele disco: NADA É IGUAL AO AMOR.
Não só Chitãozinho e Xororó como Zezé di Camargo e Luciano também me inspiraram. Eu, literalmente, vim começar a escrever poesias lá pela sexta/sétima série.
Eu gosto de contar várias versões baseadas na história original para manter minhas lembranças vivas, manter a criatividade fluindo. Eu tenho de que, todos ao meu redor, reprimam a minha criatividade. Tenho medo de esquecer de coisas que fizeram parte da minha história e moldaram quem eu sou.
Tenho tantas histórias a contar e tantas outras que ainda irei viver... tantas lembranças boas que eu não quero nunca esquecer.
A história original é sem muita emoção, sem graça, mas é por causa dela que hoje escrevo poesias, ou melhor, expresso meus sentimentos. Eu nunca fui bom em falar, por isso amo tanto escrever. Essa foi a maneira que encontrei para me comunicar... Essa foi a maneira, para expressar tudo o que sinto por você... Deixo agora, os versos mais lindos que eu já ouvi, tenho certeza que irá compreender porque quis me tornar um poeta. Esses versos já dizem tudo...


NADA É IGUAL AO AMOR

(Versão por: Luís Fernando /Autor Original: Chitãozinho e Xororó)

Eu sempre quis te acordar num dia assim especial
Te surpreender num beijo meu
E te mostrar a canção que eu mais sonhei fazer
E simplesmente dizer o quanto eu amo você.


Eu sempre quis ser um poeta pra criar lindas palavras
E em cada uma que eu falar vai perceber
Que o sol, que a lua ou mesmo o mar...
Nada encontrei pra se comparar ao meu amor por você.


O sol não me aquece no outono se você não está
A lua que é bela não brilha como o seu olhar
O mar é tão grande, eu sei, mas tem fim
Nada igual ao amor que existe em mim.


São só palavras vindas de um coração
Que pode dar a vida por essa paixão
E isso é amor


O sol não me aquece no outono se você não está
A lua que é bela não brilha como o seu olhar
O mar é tão grande, eu sei, mas tem fim
Nada igual ao amor que existe em mim.
Nada igual ao amor que existe em mim.




Obrigado por terem sido os primeiros poetas a me mostrar como uma poesia deve ser, tanto por suas letras, ritmos e até a melodia que ela deve expressar.


Obs.: E pensar que minha primeira obra é, na verdade, um Plágio completo ='D
<3

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